"A liberdade de imprensa é a permissão de qualquer aleijado bater-se com um professor de esgrima." (Luís da Câmara Cascudo)

Da autonomia em política - Cornelius Castoriadis

A filosofia não é filosofia se não expressa um pensamento autônomo. Que significa autônomo? Isto é autônomo, "que se dá a si mesmo sua lei". Em Filosofia, está claro: dar-se a si mesmo sua lei, quer dizer estabelecer as questões e não aceitar autoridade alguma. Pelo menos a autoridade de seu próprio pensamento prévio.

O poder na era das redes sociais

A comunicação de masas é aquela que tem o potencial de chegar ao conjunto da sociedade e é caracterizada por uma mensagem que vai de um a muitos, com interatividade inexistente ou limitada. Autocomunicação de massas é aquela que vai de muitos para muitos, com interatividade, tempos e espaços variáveis, controláveis.

Hayek contra Keynes: o debate do século

As linhas divisórias que hoje cruzam pensamento econômico devem muito a este debate. Por exemplo, a análise do papel do Estado e da política na gestão econômica depende essencialmente desta polêmica.

O Califado contra o resto do mundo

Quem ganha e quem perde com o novo realinhamento geopolítico no Médio Oriente?

Colapso do petróleo e do sistema financeiro ameaça expropriar os fundos de pensão

Desde os resgates bancários de 2008 houve um debate produtivo sobre a necessidade de mudar o sistema e evitar os monstros bancários "grandes demais para falir", que tiveram que ser resgatados pelos governos.

sábado, 17 de outubro de 2015

Palestina: A faca de cozinha ou a arma do desespero

Se persistir a obstinação de chamar aos acontecimentos atuais “Intifada”, é muito provável que se chame a “Intifada das facas”. É uma ilustração do estado de desespero da população palestina que perdeu todas as ilusões no “processo de paz”. 

Por Michel Warschawski

Se persistir a obstinação de chamar aos acontecimentos atuais “Intifada”, é muito provável que se chame a “Intifada das facas”
“Terceira Intifada”? perguntam os editorialistas. A pergunta parece-me que não tem grande importância: certo, pelo contrário, é que somos testemunhas do final de um longo período de relativa calmaria na Cisjordânia ocupada, em particular em Jerusalém e nos seus grandes subúrbios. Uma calma relativa unida à expectativa de uma eventual saída como conclusão das iniciativas diplomáticas realizadas por Mahmud Abbas sob os conselhos/pressões dos Estados Unidos e dos países da União Europeia. Tudo parece indicar que a longa expectativa dada ao Presidente palestino pela sua própria população chegou ao fim. Abu Mazen não obteve nada, nem sequer no terreno simbólico. Pelo contrário, recebeu bofetadas humilhantes do governo israelita que se nega até a fingir que participa no jogo trágico-grotesco chamado “processo de paz”.
As últimas provocações israelitas tiveram lugar na Esplanada das Mesquitas, o local mais sensível para os palestinianos e palestinianas (e para mil e quinhentos milhões de muçulmanos de todo o mundo) sob a forma de exibições arrogantes de vários ministros e deputados da direita no poder, e da profanação de Al Aqsa pela polícia israelita.
Se persistir a obstinação de chamar aos acontecimentos atuais “Intifada”, é muito provável que se chame a “Intifada das facas”, isto é, uma longa série de iniciativas individuais em que homens e mulheres, jovens na sua maior parte, atacam soldados ou civis israelitas com uma faca, um xis-ato ou mesmo uma chave de fendas. Sabem que arriscam a vida, tanto mais que Netanyahu e os seus esbirros têm chamado a população a se armar e a disparar sobre quem atacar os judeus: “disparar a matar” segundo têm insistido. Como indica Gideon Levi no Haaretz de 11 de outubro, trata-se de execuções sumárias de quem levanta a mão contra um judeu. Tendo-se confirmado esta prática selvagem durante os últimos dias, qualquer agressão palestiniana a um israelita, civil ou militar, converte-se de facto numa operação suicida.
É importante sublinhar que estes atos suicidas não são coisa de militantes organizados e não são decididos por nenhum movimento nacional palestiniano; é, por outro lado, o que explica a incapacidade dos serviços de informação para prevenir estes ataques: uma jovem levanta-se de manhã, apanha uma chave de fendas e ataca um israelita, em uniforme ou não, sabendo que tem todas as possibilidades, ou quase, de perder a vida. É uma ilustração do estado de desespero da população palestina que perdeu todas as ilusões no “processo de paz”.
É uma ilustração também do isolamento crescente de Mahmud Abbas em relação ao seu povo, continuando as suas estéreis gesticulações diplomáticas quando não há nenhum interlocutor, ou melhor, quando perante ele se encontra um governo cuja intransigência e comportamento provocador o fazem cair no ridículo.
A comunidade internacional, por seu lado, faz apelos de forma escandalosa ao “fim da violência das duas partes”, e tem o cuidado de não utilizar os meios de que dispõe para impor ao Estado colonial israelita a aplicação das resoluções que adota regularmente ao mesmo tempo que continua a tratar Israel como um aliado fiável e um sócio que é bom para fazer negócios.
Artigo de Michel Warschawski, publicado a 13 de outubro de 2015 em pressegauche.org. Tradução para espanhol de Faustino Eguberri para Viento Sur e para português por Carlos Santos para esquerda.net

A falácia de ajuste fiscal do Levy em 2015

por Wagner Torres


Não sei se o Levy já saiu, mas afirmo sem medo de errar ele é uma vergonha como Doutor em Economia pela conceituada Universidade de Chicago, pois primeiro mesmo trabalhando em um dos bancos que mais se beneficia do rentismo não conseguiu avaliar o tamanho do buraco orçamentário do Governo Dilma.

Primeiro, com uma destruição significativa da base tributária do IRPJ em R$ 210 bilhões de 2009 a 2015 combinado aos regimes fiscal insustentável (alta vinculação da receita a despesa) e a insensatez da política de valorização salário mínimo vinculando ao crescimento econômico projetou a farsa do superávit primário em R$ 66 bilhões e que posteriormente reduziu para R$ 8 bilhões e agora já admite um déficit de R$ 20 bilhões e que na minha estimativa será de R$ 30 bilhões em 2015.

A grande verdade é que nós otários não entendemos a dinâmica do colapso do país, o qual se fundamentou em uma irresponsabilidade da política fiscal desde FHC e que resultou no crescimento perverso da dívida pública para beneficiar exclusivamente 200 mil milionários e alguns bilionários com geração de riqueza financeira ante ao crescimento estimado do PIB espuma em R$ 550 bilhões em 2015.

O Impostômetro marca impiedosamente R$ 1,571 trilhão e o setor público consolidado está no abismo fiscal.

Bem vindo ao mundo da fantasia da agência Fitch que manteve o grau de investimento mesmo em um cenário de crescimento da dívida pública explosiva, o qual estima-se que atinja 75% do PIB e geração de déficit primário de R$ 50 bilhões em 2016.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

CARTA ABERTA: Por um Semiárido vivo com direito à água e Soberania Alimentar

Exma. Presidenta da República Federativa do Brasil
Srª. Dilma Rousseff
“A luta contra a miséria e a fome tem dupla dimensão: a emergencial e a estrutural. A articulação entre as duas dimensões é complexa e cheia de astúcias. Atuar no emergencial sem considerar o estrutural é contribuir para perpetuar a miséria. Propor o estrutural sem atuar no emergencial é praticar o cinismo de curto prazo em nome da filantropia de longo prazo”. (Betinho)
Nós, cidadãos e cidadãs, brasileiros e brasileiras, intelectuais, acadêmicos, artistas, parlamentares, religiosos, jornalistas e integrantes de movimentos sociais populares, do campo e da cidade, somos testemunhas dos muitos avanços vividos no Brasil nos últimos anos, que resultaram na redução de desigualdades sociais e econômicas.
A situação apontada pelo sociólogo Betinho em relação à seca de 1979 a 1983, onde quase um milhão de pessoas morreram de sede e de fome, em decorrência da falta de ação do Estado, é uma realidade distante. O Semiárido de hoje é reconhecido por sua beleza, resiliência, alta capacidade de inovação e produção de conhecimento e alimentos. Tudo isso graças à força do povo que vive nessa região, que, com acesso a uma série de políticas públicas integradas, deu novo rumo à sua história.
Políticas como o Bolsa Família, o Crédito, o PAA, o PNAE, o Seguro Safra, o Bolsa Estiagem e o Água para Todos propiciaram nova condição de vida ao povo do Semiárido. O acesso à água contribuiu diretamente com a desconstrução da imagem de um Semiárido sem vida e sem capacidade produtiva. Atualmente, quase um milhão de famílias têm água de qualidade para beber ao lado de casa, através das cisternas de placas; cerca de 120 mil famílias podem produzir de forma agroecológica, através das diversas tecnologias de armazenamento de água para esse fim, a exemplo das cisternas-calçadão, barragens subterrâneas, barreiros-trincheiras, entre outras. Foi com a contribuição do Água para Todos que 40 milhões de pessoas saíram da miséria e da indigência.
E apesar de todas as conquistas, ainda há muito o que fazer. O Semiárido vive uma das maiores secas dos últimos 60 anos. Por essa razão, neste momento de crise nacional e internacional, ao fazermos escolhas Sra. Presidenta, é fundamental reconhecer a existência de grupos sociais historicamente penalizados, e assim, os necessários ajustes não devem recair sobre eles.
Queremos continuar assistindo à histórica redução das desigualdades que marcam o País. Não podemos parar, tampouco diminuir o ritmo dessas políticas, especialmente às responsáveis por garantir soberania alimentar.
Reforçamos nosso apelo à Vossa Excelência para que não deixe o ajuste fiscal paralisar ações que vêm mudando radicalmente a paisagem e as faces do Semiárido para melhor e que garantem vida digna ao seu povo.
Tenha certeza, Senhora Presidenta, estamos juntos nesta batalha de justiça e dignidade e não aceitaremos nada menos que a ampliação das políticas que transformam para sempre a vida das pessoas.
Fome e miséria nunca mais!!!
15 de setembro de 2015.
Assinam esta carta:

1. Leonardo Boff - Ecoteólogo e membro da Iniciativa Internacional da Carta da Terra
2. Maria Emília Lisboa Pacheco - Presidenta do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea Nacional)
3. Chico César – Cantor
4. Dom Luiz Demétrio Valentini - Bispo de Jales/SP
5. João Pedro Stédile - Coordenador Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Via Campesina
6. Tânia Bacelar de Araújo - Economista e Professora Aposentada da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
7. Sérgio Sauer - Professor da Faculdade da UnB de Planaltina (FUP/UnB) no Programa de Pós Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural (Mader); Bolsista do CNPq e Professor Visitante no ISS/Holanda
8. Alberto Ercílio Broch - Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag)
9. Paulo Victor Melo - Articulador do Coletivo Brasil de Comunicação Social (Intervozes)
10. Pedro Carlos Gama da Silva - Chefe-Geral da Embrapa Semiárido
11. Francisco Menezes - Pesquisador de Políticas Públicas de Segurança Alimentar, Pobreza e Desigualdade do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE) / Ex-Presidente do Consea Nacional
12. Florestan Fernandes Júnior - Jornalista
13. Rafaela da Silva Alves - Diretora Nacional do Movimento de Pequenos Agricultores (MPA)
14. Vera Masagão Ribeiro - Diretora Nacional da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong) / Coordenadora Geral da Ação Educativa
15. Alex Federle do Nascimento - Secretário Executivo do Centro Dom José Brandão de Castro (CDJBC)
16. Humberto Carrão - Ator de Cinema e TV
17. Elmano de Freitas - Deputado Estadual do Ceará (PT/CE)
18. Ana Lúcia Vieira Menezes - Deputada Estadual de Sergipe (PT/SE)
19. Glênio Martins de Lima Mariano - Presidente do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável do Estado de Minas Gerais
20. Haroldo Schistek - Fundador e Presidente do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA)
21. Xico Sá - Escritor e Jornalista
22. Irio Conti - Fian Internacional (FoodFirst Information & Action Network)
23. Jorge Rabanal - Coordenador Adjunto do Fórum Sergipano de Combate aos Venenos Agrícolas e Transgênicos
24. Josefa Neide Santos - Presidenta do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (SE)
25. Josevanda Mendonça Franco - Professora da Coordenadoria de Combate à Violência na Escola (SEED/SE)
26. Lídia Anjos - Articuladora Estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos em Sergipe (MNDH/SE)
27. Luiz Couto - Deputado Federal da Paraíba (PT/PB)
28. Moema Gramacho - Deputada Federal da Bahia (PT/BA)
29. Karina Buhr - Cantora e Compositora
30. Lúcio Marcos Oliveira Santos - Presidente do Comitê Estadual de Educação no/do Campo (EDUCAMPO/SE)
31. Dom Jacinto Brito - Arcebispo de Teresina e Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) Regional Nordeste 04
32. Luzijan Aragão - Presidente do Conselho Regional de Serviço Social da 18ª Região (CRESS)
33. Miguel Caetano Neto - Líder da Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe (OAB/SE)
34. Nelson Araújo – Ex-Deputado Estadual de Sergipe e Presidente da Federação das Associações das Micro e Pequenas Empresas do Estado de Sergipe (FAMPEME)
35. Renato Salim Maluf - Ex-Presidente do Consea Nacional
36. Sônia Lúcia Lucena Sousa de Andrade - Conselheira do CONSEA Nacional representando o Conselho Federal de Nutricionistas (CNF)
37. Thiago Oliveira - Presidente do Instituto Braços
38. Irandhir Santos - Ator
39. Victor Furtado - Realizador e Pesquisador de Cinema
40. Silvio Caccia Bava - Diretor e Editor-Chefe do Le Monde Diplomatique Brasil
41. Dom André De Witte - Bispo de Rui Barbosa/BA
42. Dom Egídio Bisol - Bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira/PE / Grupo “Fé e Política”
43. Dom Geraldo Lyrio Rocha - Arcebispo de Mariana/MG
44. Dom João José Costa - Bispo Coadjutor da Arquidiocese Metropolitana de Aracaju
45. Dom José Gonzáles Alonso - Bispo da Diocese de Cajazeiras/PB
46. Dom Juarez Sousa da Silva - Bispo da Diocese de Oeiras/PI
47. Mayara Ingrid Sousa Lima - Secretária Nacional da Juventude Franciscana do Brasil (JUFRA)
48. Neusa Cadore - Deputada Estadual da Bahia (PT/BA)
49. Anivaldo Padilha - Líder Ecumênico e Ativista dos Direitos Humanos
50. Cibele Kuss - Secretária Executiva da Fundação Luterana de Diaconia
51. Presbítero Darli Alves de Souza - Secretário Regional para o Brasil do Conselho Latino-Americano de Igrejas
52. Renato Roseno - Deputado Estadual do Ceará (PSOL/CE)
53. Eliana Bellini Rolemberg - Conselho Latino Americano de Igrejas (CLAI Brasil) / Membro do Comitê Facilitador da Plataforma por um Novo Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil
54. Francisco de Assis da Silva - Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil / Diocesano em Santa Maria
55. Waldenor Pereira - Deputado Federal da Bahia (PT/BA)
56. Franques Rodrigo de Souza - Pastor da Igreja Batista Presbiteriana Independente de Aracaju (IPI Aracaju)
57. José Marcos da Silva - Pastor da Igreja Batista de Coqueiral (Recife/PE) / Instituto Solidare
58. Naudal Alves Gomes - Bispo da Diocese Anglicana do Paraná / Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB)
59. Dom Sebastião Armando Gameleira Soares - Bispo Emérito da Diocese Anglicana do Recife / Igreja Episcopal Anglicana do Brasil
60. Sônia Gomes Mota - Diretora Executiva da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE)
61. Anísio Maia - Deputado Estadual da Paraíba (PT/PB)
62. Orlangelo Leal - Diretor Artístico da Banda Dona Zefinha
63. Elmano Férrer - Senador (PTB/PI)
64. Fernando Mineiro - Deputado Estadual do Rio Grande do Norte (PT/RN)
65. Jailton Santana - Vice-Presidente da Câmara de Vereadores de Aracaju
66. Nelson Martins - Ex-Secretário do Desenvolvimento Agrário e atual Secretário de Relações Institucionais do Governo do Estado do Ceará
67. Paulo José Ferreira - Prefeito Municipal de Várzea do Poço/BA
68. Raquel Marques - Deputada Estadual do Ceará (PT/CE)
69. Aldrin Martin Perez Marin - Correspondente Científico do Brasil junto à Convenção das Nações Unidas para o Combate à desertificação (UNCCD) / Coordenador de Pesquisa do Instituto Nacional do Semiárido (INSA)
70. Dorival Fernandes - Coordenador da Rede de Educação Cidadã (RECID)
71. Edni Oscar Schroeder - Coordenador da REDEgenteSAN/FAURGS e Presidente do CONSEA-RS
72. Elza Braga - Professora da Universidade Federal do Ceará (UFC) / Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea Nacional)
73. Fátima Bezerra - Senadora (PT/RN)
74. Gema Galgani Esmeraldo - Professora da Universidade Federal do Ceará (UFC)
75. Guilherme da Costa Delgado - Presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA); Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e Consultor da Comissão Brasileira de Justiça e Paz
76. Helena Selma - Professora da Universidade Federal do Ceará (UFC)
77. Ignácio Herman Salcedo - Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Professor Convidado da Universidade Federal da Paraíba (UFPB/Campus Areia)
78. Irene Maria Cardoso - Presidenta da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) e Professora da Universidade Federal de Viçosa/MG
79. Ivo Lesbaupin - Sociólogo, Pesquisador do CNPq, Coordenador do Núcleo de Pesquisa “Exclusão Social e Poder Local” na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Secretário Executivo do ISER Assessoria
80. José Borzacchiello - Professor da Universidade Federal do Ceará (UFC)
81. José Jonas Duarte da Costa - Professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Professor da Comissão Pedagógica Nacional do Pronera e Pesquisador Convidado do Instituto Nacional do Semiárido (INSA)
82. José Levi Furtado Sampaio - Professor da Universidade Federal do Ceará (UFC)/LEAT
83. Leonardo Bezerra de Melo Tinôco - Pesquisador do Programa de Pós Graduação em Ciências do Solo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
84. Manfredo Araújo de Oliveira - Professor da Universidade Federal do Ceará (UFC)
85. Marcia Maria Monteiro de Mirada - Educadora Popular do Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis/RJ
86. Marilene Nascimento Melo - Núcleo de Extensão Rural Agroecológico da Universidade Estadual da Paraíba
87. Lídice da Matta – Senadora (PSB/BA)
88. Salomão de Sousa Medeiros - Pesquisador do Instituto Nacional do Semiárido (INSA)
89. Ângela Maria de Melo - Presidenta do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe (SINTESE)
90. Francisco Wil e Silva Pereira - Vice-Presidente da Diretoria Executiva Estadual Ceará da Central Única dos Trabalhadores (CUT/CE)
91. Luiz Carlos Ribeiro de Lima - Presidente da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Ceará (Fetraece)
92. João Somariva Daniel - Deputado Federal de Sergipe (PT/SE)
93. Willian Clementino - Vice-Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag)
94. Moisés Braz - Deputado Estadual do Ceará (PT/CE)
95. José Nobre Guimarães - Deputado Federal do Ceará (PT/CE)
96. Renato Roseno - Deputado Estadual do Ceará (PSOL/CE)
97. Odorico Monteiro - Deputado Federal do Ceará (PT/CE)
98. Marcos Lessa - Cantor
99. Edilson Barros - Cantor e Compositor
100. Malvinier Macedo - Presidenta do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Ceará (CONSEA/CE)
101. Dom José Antônio Aparecido Tosi Marques - Arcebispo da Arquidiocese de Fortaleza/CE e Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) - Regional Nordeste 1
102. Dom Ângelo Pignoli - Bispo da Diocese de Quixadá/CE e Vice-Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) - Regional Nordeste 1
103. Dom Antônio Roberto Cavuto - Bispo da Diocese de Itapipoca/CE e Secretário da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) - Regional Nordeste 1
104. Dom Rosalvo Cordeiro de Lima - Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Fortaleza/CE
105. Dom Edson de Castro Homem - Bispo da Diocese de Iguatú/CE
106. Dom Frei José Haring, OFM - Bispo da Diocese de Limoeiro do Norte/CE
107. Dom Fernando Panico, MSC - Bispo da Diocese do Crato/CE
108. Dom Ailton Menegussi, MSC - Bispo da Diocese de Crateús/CE
109. Dom Francisco Javier Hernandez Arnedo - Bispo da Diocese de Tianguá/CE
110. Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos - Bispo da Diocese de Sobral/CE
111. Raimundo Nonato Barroso Oliveira - Membro do Fórum Permanente de Cidadania de Colinas/MA
112. Dina Pereira da Silva - Membro do Fórum Permanente de Cidadania de Colinas/MA
113. Leonildo Assunção Torres Rocha - Membro do Fórum Permanente de Cidadania de Colinas/MA
114. Ana Cleide Conceição da Silva - Membro do Fórum Permanente de Cidadania de Colinas/MA
115. Cícero Barbosa Silva - Membro do Fórum Permanente de Cidadania de Colinas/MA
116. Ermelinda Maria Dias Coelho - Membro do Fórum Permanente de Cidadania de Colinas/MA
117. Paulão - Deputado Federal de Alagoas (PT/AL)
118. Ângela Maria Silva Souza - Presidenta do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado do Maranhão (SINDSEP)
119. Raimundo Pereira de Souza - Secretário de Administração, Patrimônio e Finanças do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado do Maranhão (SINDSEP)