"A liberdade de imprensa é a permissão de qualquer aleijado bater-se com um professor de esgrima." (Luís da Câmara Cascudo)

sábado, 26 de janeiro de 2019

A pecha de "isentões" e os rebanhos que se retroalimentam

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O Bolsonarismo, ou verde-amarelismo, como queiram, em virtude da insignificância do referenciado, é um petismo invertido. Agora no poder é muito fácil de se constatar isso, e, para incrementar o apocalipse da presidência brasileira, as bestas se sucedem, até nas denúncias o comportamento é igualzinho: ao se acusar pela lei um aliado de um ou outro rebanho os seguidores correspondentes usam como argumentos as sujeiras de membros do rebanho opositor.

Como havia dito Vargas Llosa sobre ter que escolher entre o PT e Bolsonaro, "optar entre a AIDS e o câncer terminal", até a retórica "dilmesca" fora sucedida por Bolsonaro, ambos são incapazes de argumentar a respeito de qualquer tema, o que sai são besteiras, lugares comuns, palavras inexistentes e nada fica dito, temos presidentes incapazes de falar à nação.

A prosperidade da conflagração entre os bolsonaristas e os petistas na cena política será a desgraça definitiva do Brasil. Por isso criaram o termo "isentões"; é que esses rebanhos sabem que não viverão mais um sem o outro. O Brasil somente se salva do apocalipse da burrice com a formação de um centro pragmático e conectado com a realidade do país e do nosso tempo sem as idiotices que permeiam os devaneios dos rebanhos que ora enlameiam a vida nacional.

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