"A liberdade de imprensa é a permissão de qualquer aleijado bater-se com um professor de esgrima." (Luís da Câmara Cascudo)

sábado, 13 de setembro de 2014

Eleições ou bacanais? Não tem cidade

A cidade precisa economizar água, e qual o pensamento da cidade brasileira: Economizo da caixa d`água de minha residência, a água da rua (Nunca vi rua abastecer nada) pode-se derramar à vontade, tendo em vista que é a água da cidade, e a cidade no Brasil pode ser tratada sem escrúpulos. No Brasil as pessoas não portadoras de deficiência não podem andar pelas calçadas, porque cada um toma para si em se apropria das calçadas de modo a não existir uniformidade.

E o povo que não vive em cidade mas se amontoa em uma concentração urbana vota, e é votando que entregam a cidade para aquele que tenha esse mesmo tipo de "amor" pela cidade, na verdade não digo que a cidade precise de amor, seria exagero, mas sim que os cidadãos precisam viver em cidade, só isso; no Brasil há tudo para que se odeie eleições, um bacanal sem futuro, gostam de eletrizar e levar para as pessoas para urna, sempre com o mesmo palavreado de dizer o que se quer e se pode ouvir e sem jamais ter em conta o que é a cidade.

Poucos são os que não se degeneram, os que "combatem" as oligarquias em poucos anos estão cometendo os mesmos vícios, dizendo que o Instituto Federal de educação foi "feito por mim", é a saída do legislativo No Brasil:  ser executivo.

Mas não estou falando de candidatos e sim da cidade, por a cidade não existir a eleição se torna esses bacanais.

A cultura em si, catolicismo cultural, não propicia o desenvolvimento da cidade, mas o que tem perpetuado o dilema é a falta de educação. O catolicismo cultural é bem demonstrado com os técnicos de futebol, como no futebol são vários envolvidos o mais fácil de tornar culpado é o técnico, evidentemente que o mesmo ocorre com o juiz; o catolicismo cultural é a eterna negação de tudo.

Mas o sistema econômico, como adiantara Max Weber, não depende mais da cultura para existir, tem sua autonomia. Agora, a grande questão é como se fazer com que o país tenha uma revolução cultural feita pela educação se quem "aplica" as verbas são eleitos por bacanas e há a rápida degeneração dos que se misturam.

A transformação primeira tem que dar nos sujeitos, alguns a passam para as escolas, para os bairros e para a cidade. 

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