Ontem (03) o Presidente Jair Bolsonaro postou um texto em sua conta no Facebook onde fica muito clara a estratégia de discurso para justificar a aliança com o chamado Centrão: Condicionará referida aliança a "traições" de antigos aliados.
O texto começa da seguinte forma: "Não é fácil reconstruir um país destruído ao longo de décadas, ainda mais quando quem deveria ter trabalhado ao nosso lado para levar adiante o projeto escolhido nas urnas em 2018 decidiu, de forma egoísta, sabotar o próprio país e o próprio povo, mesmo em meio a uma pandemia".
É o mesmo que ocorreu quando o PT se aliou aos mesmos partidos que agora compõem o Governo Bolsonaro, os antes imprestáveis corruptos se tornam essenciais e os militantes fanáticos começam a justificar tudo em nome do projeto de poder que eles nem sabem o que é.
Nada mais que a letra do Cazuza: "Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades...". No Império se dizia "Nada mais parecido com um Luzia (Liberal) do que um Saquarema (Conservador), estamos nós aqui agora em 2021 a dizer: "Nada mais parecido com um petista do que um bolsonarista".
Afora isso, essa conversa de traições, causando ressentimento nas hordas de seguidores fanáticos é coisa de demagogos que querem sacrificar a nação em nome do poder.



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