Bancada ruralista se empolga com Henrique Alves na Presidência da Câmara, Oligarca sinaliza concessões à bancada do agronegócio

A bancada ruralista  na Câmara dos Deputados enxerga melhores condições de cumprir uma agenda pelo agronegócio.


O próprio Alves já fez essa sinalização em um almoço em dezembro com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que agrega 237 parlamentares e 15 senadores. Ali, prometeu atender a todas reivindicações, entre as quais se destacam a constituição de uma comissão especial para analisar a proposta de emenda constitucional (PEC) 215, que dá ao Congresso a prerrogativa na demarcação das terras INDÍGENAS; a elaboração de um projeto de lei que defina trabalho escravo e a flexibilização da legislação trabalhista rural.

Ele [Alves] achou as reivindicações muito justas. O PMDB historicamente é um aliado das causas do agronegócio. Achamos que vamos ter um diálogo muito melhor com ele. O PT mistura muito a questão ideológica, acham que fazemos lobby, mas na verdade reagimos às leis e decretos do governo que interferem na atividade rural, disse o deputado Homero Pereira (PSD-MT), presidente da FPA.

De fato é o nome perfeito, membro de uma oligarquia populista do Rio Grande do Norte, Henrique Alves, deve se submeter aos grandes latifundiários do agronegócio, o grande inimigo dos trabalhadores do campo nesta país, o pior de tudo é o intitulado Partido dos Trabalhadores, entregar o comando do legislativo nas mãos de um partido de oligarcas e ainda emperrar a reforma agrária.

O próprio RN de Henrique Alves está com o campo despovoado, livre para os grandes latifundiários e nenhuma marcha de trabalhadores sem terra à vista.

Com Valor econômico


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