“Decretamos que a Celac é uma zona de paz e que não vamos interferir em assuntos internos de nenhum país, em cumprimento ao principio da soberania”, aponta o documento. Também foi acordado o respeito ao direito “inalienável” de cada Estado para escolher seu sistema econômico, político, social e cultural como condição essencial para assegurar a convivência pacífica entre as nações.
Apesar das diferenças, o documento afirma que a Celac decidiu fomentar as relações da amizade entre si e com outras nações. A declaração foi lida pelo presidente cubano, Raúl Castro. Ele disse que a comunidade fará esforços para praticar a tolerância e viver em paz. “Também concordamos em continuar a promoção do desarmamento nuclear”, leu Castro.
Também participou da cúpula em Havana, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon. Ele esteve com Raul Castro e com Fidel Castro. Nos encontros, ele pediu ao o governo cubano que ratifique pactos internacionais de direitos humanos.
Outra participação importante foi a do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza. Ele participou do evento como visitante. É a primeira vez que um representante do organismo multilateral visita a ilha desde 1962, ano em que Cuba foi suspensa do bloco. No final do encontro a Costa Rica assumiu a presidência pro-tempore do bloco.
De Bogotá, da Agência Brasil, Leandra Felipe.


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