O Rio Grande do Norte não pode deixar passar

As oligarquias internas dos partidos dos oligarcas potiguares sairão à rua dentre em breve para fazerem o que sempre fizeram desde que Aluizio Alves e Dinarte Mariz (posteriormente Tarcísio, Lavouisier e Agripino - os Maias) existem nas disputas eleitorais aqui do Rio Grande do Norte.

O verde e o vermelho, bacuraus e bicudos, embalavam o jogo em forma de eleição onde política era mero lado, e ainda é, com "lado" eu quero dizer torcida, que é uma forma de idiotizar a eleição que se tem muito pouco de política se reduz à nada.

O Rio Grande do Norte com seus pouco mais de 3 milhões de habitantes chegou à encruzilhada da porcarização administrativa de sempre coma barbárie civilizacional coma violência urbana.

A eleição talvez bilateralizada entre Henrique Alves e Robson Faria, ou qualquer nomes que coloquem em jogo, elas (as oligarquias) se tornaram bem uniformes nesta década, só poderia ser barrada por um levante popular progressista como nunca dantes visto. Essas oligarquias do Rio Grande do Norte são uma película frágil demais, o povo só precisa se mover para jogá-las no lixo.

E a questão é gravíssima, não podendo haver uma saída conservadora, só um movimento progressista, por saúde, educação, redução da criminalidade e contra as oligarquias pode nos representar este ano, faça assim:? enquanto os oligarcas vierem vá na contra-mão da mesmice, reaja, desafie.

Eles querem seguidores atrás de seus trios e precisam ser encurralados pelas massas contornando a história pelo lado da cidadania.

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