O diabo do Brasil estava na biometria, ah cão!

Fui fazer o recadastramento biométrico, uma ultraburocracia ultra moderno, onde o caba deposita as digitais dos dez dedos das mãos e ainda é feita uma fotografia, mas isso foi um dia depois do agendado, antes, no dia previamente marcado, num é que o diabo do sistema "saiu do ar", aí pronto, fiquei só de butuca ouvindo os comentários:


Tinha caba brabo com "eles", os políticos sem individualização, e não o Estado o que é interessante, dizia mais ou menos: "Só faço essa bosta por causa de que na democracia o caba não recebe o salário se não fizer". 

Depois chegou aquilo, uma mulher comentou: "Isso é Brasil, mandam a gente vir fazer mãos não dão a estrutura". O que é bem verdade, mas no caso lá até que a estrutura não era ruim, houve essa falha no sistema do TRE, mas perde-se pelo hábito.

Agora, o que era Brasil também era o diabo da fila, logo uma fila no Brasil, que significa um atrás do outro, se duplica; parece ser uma praga, nunca falha.

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