Deixem o capitalismo crescer na aridez do Nordeste

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Sempre considerada um problema para o Brasil a região Nordeste, principalmente a zona semi-árida localizada no chamado polígono das secas, não tem mais por que ser pobre, só se for para render reportagens par TV´s do sudeste. Com baixa densidade populacional e atividades facilmente implantáveis e com o uso de tecnologias a região dispõe de tudo para ser rica e confortável para seus moradores. Os problemas se tornaram a solução, sol e vento resolvem as deficiências da região, produzem energia em poucos anos tornando a região autossuficiente sem necessidade de hidroelétricas. Com energia elétrica dá pra fazer a região avançar e se tornar a mais rica do país.

O problema é o medo de capitalismo, a vocação para fazer concursos públicos, desperdiçando o grande número de universidades que existem na região, todo morador do semi-árido nordestino pode ter, hoje, acesso ao ensino superior, basta ler. Muita mente se perde tornando-se "concurseiro", servidor público, o sonho de quase todos, ou sindicalista. Há quem acredite que é o capitalismo que faz com quê falte água até hoje na região, quando na verdade é a falta dele. Só o capitalismo tornará a secura do Nordeste uma maravilha, chove muito é só guardar, dessalinizar a água do mar ou construir barragens. Tecnologias para isso só a economia liberta (Prometeu desacorrentado) propiciará.

Uma maravilha tem o corrido no Rio Grande do Norte, o estado que até os anos 1960 mal tinha energia elétrica, hoje é o maior produtor nacional de energia eólica, com potencial para multiplicar essa capacidade, passou da produção zero para um abastecedor de todo o Nordeste. Diante disso parasitas do Estado armam na Câmara uma artimanha para prejudicar o setor e fazer a festa de políticos onerosos. Uma emenda constitucional de autoria do deputado Heráclito Fortes (PSB-PI) torna os ventos um bem público da União e, portanto, passíveis de cobrança de royalties. Fortes também apresentou um projeto de lei que institui efetivamente o pagamento. A versão atual do texto prevê uma alíquota de 10% - cujos recursos seriam destinados majoritariamente aos Estados e aos municípios com usinas. Ironicamente, a proposta de "taxação dos ventos" chega no mesmo momento em que está para ser votada a MP 795, medida provisória com incentivos tributários para a indústria de petróleo e gás até o fim de 2039. 

Uma desgraça nacional, não deixam a economia fluir, querem tributar até os ventos para construir mansões em Brasília enquanto o povo morre de fome desempregado. O Piauí de Heráclito Fortes sedia hoje a maior usina de geração de energia solar da América Latina, um estado marcado até pouco pela fome e pela peste, sem capitalismo. Deixem o Nordeste ter economia. Uma mentalidade daninha que não acredita no trabalho das pessoas, só creem na iniciativa estatal que sempre é cara e desperdiça quase tudo que investe, investimento do Estado que não se reverte em capitalismo é inútil.

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