O Brasil arrecadou 1,9 trilhões de reais em impostos no ano passado, a maior arrecadação anual desde 1985, quando o indicador começou a ser medido com os critérios atuais pelo Tesouro do país.
De acordo com a Administração Tributária Federal, a coleta de impostos do Governo central, excluindo taxas pagas aos estados e municípios, somou 1,8 trilhões de reais no ano passado, saltando 17,36% face ao ano de 2020.
O Tesouro brasileiro explicou que os números refletem um aumento na arrecadação de diversos impostos, principalmente das taxas pagas por empresas, que cresceram 31,1%.
A arrecadação de impostos no Brasil bateu esse recorde impulsionada pelo crescimento da economia interna, que deverá saltar 4,5% em 2021, segundo as últimas projeções.
Em dezembro passado, a arrecadação de impostos no Brasil totalizou 193,9 bilhões de reais, um aumento de 10,76% face ao mesmo mês de 2020 e outro recorde para aquele período.
A arrecadação de impostos no país sul-americano poderia ter sido maior no ano passado se não fossem as isenções fiscais concedidas pelo Governo para diferentes setores empresariais para ajudá-los a se recuperar em razão da pandemia.
O valor que as empresas beneficiadas com isenções fiscais e que deixaram de pagar impostos no Brasil no ano passado totalizou 93,7 bilhões de reais.


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