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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Livrarias passam a liderar uso do benefício cultural em 2025, aponta levantamento da Caju

Categoria salta de 4,57% em 2024 para 21,94% do uso do benefício, enquanto cinema segue estável perto de 9%



São Paulo, fevereiro de 2026 – O uso do benefício de cultura pelos trabalhadores brasileiros passou por uma mudança relevante em 2025. Um levantamento da Cajuempresa que oferece soluções para RH desde benefícios e despesas corporativas à gestão de pessoas, mostra que as livrarias se tornaram o principal destino dos recursos culturais, concentrando 21,94% do total gasto na categoria ao longo do ano.

O avanço das livrarias representa uma mudança clara no perfil de consumo do benefício. Em 2024, a categoria respondia por 4,57% dos gastos com cultura, enquanto em 2023 essa fatia era de 6,30%. O crescimento indica uma maior preferência por experiências e produtos ligados a aprendizado, desenvolvimento pessoal e consumo cultural físico.

Além do protagonismo das livrarias, os dados indicam um fortalecimento do consumo ligado a experiências presenciais. Em 2025, a soma de livrarias, cinema, teatro, turismo e exposições e eventos esportivos passou a representar 40,57% do total dos gastos com cultura, acima dos 23,18% registrados em 2024 e dos 24,41% de 2023.

“Os dados mostram que o benefício cultural está sendo usado de forma mais consciente”, afirma Lucas Fernandes, CHRO da Caju. “Há uma busca maior por experiências que fazem parte do cotidiano das pessoas e que geram retorno direto em bem-estar, aprendizado e conexão fora do ambiente de trabalho.”

Cinema mantém papel central no uso do benefício

Mesmo com a mudança puxada pelas livrarias, o cinema segue como um dos pilares do consumo cultural. A participação da categoria se manteve estável ao longo da série histórica analisada, com 9,49% dos gastos em 20239,70% em 2024 e 9,00% em 2025, reforçando seu papel como hábito consolidado entre os trabalhadores.

teatro também apresentou estabilidade no período, concentrando 6,51% dos gastos culturais em 20235,98% em 2024 e 5,83% em 2025, o que indica interesse consistente por espetáculos presenciais.

Na outra ponta, as plataformas digitais seguiram com participação marginal no uso do benefício cultural. Mesmo com a expansão de serviços de streaming e conteúdo online, a categoria permaneceu abaixo de 1% do total em todos os anos analisados: 0,49% em 20230,63% em 2024 e 0,59% em 2025.

O levantamento indica que, em 2025, o benefício cultural passou a ser direcionado de forma mais clara para experiências presenciais e consumo físico. Nesse cenário, as livrarias assumiram protagonismo como principal sinal da mudança observada no comportamento dos trabalhadores, enquanto o cinema manteve seu papel como base estável do uso do benefício.

“Com uma base de mais de 1 milhão de usuários, vemos que 80% dos nossos clientes dizem que a Caju ajuda a atrair e reter talentos, enquanto 71% relatam melhora no engajamento. Benefícios como cultura fazem parte desse contexto e mostram que cuidar da experiência das pessoas também é uma decisão estratégica para o negócio”, finaliza Lucas Fernandes.

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