No Dia Mundial da Epilepsia, a Prati-Donaduzzi chama atenção para a importância da informação, do acesso ao tratamento e de saber como agir em situações de emergência
“Purple Day”, como é conhecido no mundo o Dia Mundial da Epilepsia.
Amanhã, dia 26 de março, será celebrado o Dia Mundial da Epilepsia, uma das doenças neurológicas mais comuns do mundo, que afeta cerca de 50 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade também alerta que quase 80% dos pacientes vivem em países de baixa e média renda e que até 70% poderiam ficar livres de crises com tratamento adequado.
Apesar da alta prevalência, a condição ainda é cercada por desinformação, especialmente quando o assunto é como agir durante uma crise. Em muitos casos, uma resposta rápida e adequada pode evitar complicações graves e até salvar vidas.
“Epilepsia é uma patologia muito frequente, mas pouco se fala sobre o fato de que quem recebe o diagnóstico se sente muito isolado, perde um pouco a perspectiva. É uma doença cerebral que tem tratamento e a maior parte das pessoas pode viver com epilepsia, contudo é fundamental que receba o tratamento adequado e o diagnóstico correto”, pontua o Dr. Lécio Figueira, neurologista especialista em epilepsia.
As crises epilépticas podem variar desde breves lapsos de consciência até convulsões intensas. Quando se prolongam, principalmente por mais de cinco minutos, podem evoluir para emergências médicas que exigem atendimento imediato.
Além disso, a falta de controle adequado da doença está associada a um risco de morte prematura até três vezes maior, segundo a OMS.
Tratamento permite controle na maioria dos casos
O tratamento da epilepsia é baseado principalmente no uso de medicamentos anticonvulsivantes, que ajudam a estabilizar a atividade elétrica cerebral e prevenir novas crises.
Com diagnóstico correto e adesão ao tratamento, grande parte dos pacientes pode alcançar controle significativo das crises e melhor qualidade de vida.
Acesso à terapia é parte do desafio
No Brasil, ampliar o acesso a tratamentos seguros e eficazes é um dos principais caminhos para reduzir o impacto da doença. A Prati-Donaduzzi disponibiliza opções terapêuticas amplamente utilizadas no manejo da epilepsia, como:
- Clonazepam, indicado para controle de crises e situações agudas;
- Lamotrigina, utilizada em crises parciais e generalizadas;
- Valproato de sódio, referência no tratamento de crises generalizadas;
- Canabidiol, indicado em casos específicos, especialmente em epilepsias refratárias, com evidências de eficácia na redução da frequência das crises.
“A epilepsia é uma condição que, na maioria dos casos, pode ser controlada com diagnóstico adequado e adesão ao tratamento. O grande desafio ainda é garantir acesso e informação, tanto para os pacientes quanto para a população em geral, especialmente sobre como agir durante uma crise”, reforça Crhistopher Ferrari, diretor de Marketing e Prescrição Médica da Prati-Donaduzzi.
“É preciso reduzir o estigma para que as famílias entendam melhor o que é a epilepsia. O conhecimento é muito importante, pois, apesar de ser uma doença muito antiga, muitas pacientes demoram a receber o diagnóstico ou têm um diagnóstico incorreto. Consequentemente, não recebem o tratamento adequado. Portanto, é muito importante reforçar o conhecimento acerca deste tema em datas como o Dia Mundial da Epilepsia”, pontua o Dr. Lécio Figueira.
O que fazer durante uma crise epiléptica
Em momentos de crise, medidas simples fazem toda a diferença:
- Manter a calma e observar o tempo da crise;
- Deitar a pessoa de lado para evitar sufocamento;
- Proteger a cabeça com algo macio;
- Afastar objetos que possam causar ferimentos;
- Permanecer ao lado até a recuperação.
Procure ajuda médica imediata se:
- a crise durar mais de 5 minutos
- houver repetição das crises
- a pessoa não recuperar a consciência
O que NÃO fazer
- Não tentar conter os movimentos
- Não colocar objetos na boca
- Não oferecer líquidos ou medicamentos durante a crise


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