Fundamentalismo, fascismo, troca de favores - Marco Feliciano ameaça governo se intervir no projeto de "Cura gay"

Durante da reunião realizada nesta quarta-feira (19) na Comissão de Direitos Humanos, o presidente desta comissão, Pastor Marco Feliciano fez discurso inflamado dizendo que o governo não intervisse contra o projeto que prevê a "cura gay", direcionado principalmente à Ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que prometeu fazer uma "mobilização" dentro do governo para barrar a proposta.

Não sabemos o que seja pior em um claro jogo de troca de favores, primeiro que Feliciano tenta passar para o governo que pode colocar a "bancada evangélica"  composta por cerca de 80 parlamentares em conflito com o governo e também pelo lado do governo com uma intervenção no parlamento.

"O governo sempre tenta barrar . Isso acontece com todos os projetos, não é somente com esse. É o jogo político", disse. "Queria aproveitar e mandar um recado: dona ministra Maria do Rosário dizer que o governo vai interferir no Legislativo é muito perigoso. É perigoso dona ministra principalmente porque ela mexe com a bancada inteira", afirmou.

Presos pela troca de favores

"A ministra falar que vai colocar toda máquina do governo para impedir um projeto. Acho que ela está mexendo onde não devia, senhora ministra juízo, fale com a sua presidente porque o ano que vem é político", completou.

E claro que Feliciano acredita que pode mobilizar o voto "evangélico" contra o PT. Vale lembrar que na marcha recém realizada em Brasília que reunira cerca de 100 mil pessoas houve a participação do deputado de Extrema Direita Jair Bolsonaro, o que demonstra o caráter conservador e perigoso desse fundamentalismo religioso. E existe um conservadorismo cego no seio da sociedade brasileira.

Esse projeto lembra as experiências nazistas nos campos de concentração da Alemanha Nazista, pela liberdade, pelos direitos humanos: Brasil nas ruas contra o fundamentalismo religioso e o fascismo.

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