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terça-feira, 5 de agosto de 2025

RN registra saldo positivo de empregos formais em junho, com destaque para a agropecuária

Nos seis primeiros meses de 2025, país supera 1,2 milhão de vagas com carteira assinada. Só no Rio Grande do Norte, são 6,9 mil no ano

O estoque, que representa o total de vínculos empregatícios formais ativos no país, superou o patamar de 48,4 milhões - Foto: Vitor Vasconcelos - Secom/PR


O estado do Rio Grande do Norte encerrou o mês de junho de 2025 com 1.763 novos postos formais de trabalho, conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nesta segunda-feira (5), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No acumulado do ano, entre janeiro e junho, o saldo potiguar chega a 6.974 empregos com carteira assinada.


O resultado mensal positivo foi puxado, principalmente, pelo setor da Agropecuária, que gerou 1.076 vagas no estado. Também apresentaram saldos positivos os setores de Serviços (308), Comércio (339) e Indústria (287). O único segmento com desempenho negativo em junho foi a Construção Civil, que fechou 329 postos de trabalho.


Segundo o levantamento, a maior parte das novas vagas foi ocupada por homens (1.188 postos) e por pessoas com ensino médio completo (822 vagas). Jovens entre 18 e 24 anos se destacaram como o grupo etário com maior saldo de vagas: 1.344 novos postos.


Municípios com melhores resultados


A capital Natal liderou a criação de empregos formais em junho, com 418 novos postos, seguida por Parnamirim (249), Apodi (246), Baraúna (234) e Mossoró (231). Natal mantém o maior estoque de empregos formais do estado, com 238 mil vínculos ativos.


Cenário nacional


Em nível nacional, o Brasil superou a marca de 1,2 milhão de empregos formais criados no primeiro semestre de 2025. Foram 1.222.591 vagas entre janeiro e junho, com saldo positivo nos cinco setores econômicos avaliados. Apenas no mês de junho, o saldo foi de 166.621 postos de trabalho, elevando o estoque nacional de empregos formais para mais de 48,4 milhões.


O setor de Serviços lidera a geração de empregos no acumulado do ano, com 643.021 vagas, seguido pela Indústria (229.858), Construção (159.440), Agropecuária (99.393) e Comércio (90.876).


Entre os estados, São Paulo (40.089), Minas Gerais (24.228) e Rio de Janeiro (15.363) apresentaram os melhores saldos em junho. O único estado com saldo negativo no mês foi o Espírito Santo, com fechamento de 3.348 vagas.


Perfil dos trabalhadores contratados


O levantamento também mostra que, embora os homens tenham ocupado mais vagas no total, as mulheres se destacaram nos setores de Serviços e Comércio, com 44.748 e 18.608 admissões, respectivamente. Jovens de 18 a 24 anos lideraram a geração de empregos com 102.328 postos, e o nível de escolaridade com maior contratação foi o ensino médio completo, com 124.139 admissões.


A população parda também concentrou o maior número de novos vínculos formais, com 123.469 registros. O saldo foi positivo também para pessoas com deficiência (PCD), com 578 postos.


Salário médio em alta


O salário médio real de admissão em junho foi de R$ 2.278,37, o que representa um aumento de R$ 24,48 (+1,09%) em relação a maio. Comparado a junho de 2024, o crescimento foi de R$ 28,76 (+1,28%), indicando uma recuperação gradual no poder de compra dos trabalhadores recém-contratados.

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