Investimento federal será de R$ 1,053 bilhão na economia do estado
Mais de 550 mil beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social no Rio Grande do Norte terão o pagamento do 13º salário antecipado em 2026. A medida foi oficializada por meio do Decreto nº 12.884, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado em edição extra do Diário Oficial da União na última quinta-feira (19).
Com a antecipação, cerca de R$ 1,053 bilhão deverão ser injetados na economia do estado, beneficiando aposentados, pensionistas e segurados que recebem auxílios previdenciários. O pagamento será dividido em duas parcelas: a primeira entre 24 de abril e 8 de maio, e a segunda entre 25 de maio e 8 de junho.
Têm direito ao abono beneficiários que receberam, em 2026, aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, salário-maternidade ou auxílio-reclusão. Por outro lado, não recebem o 13º os contemplados pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC) e pela Renda Mensal Vitalícia, conforme prevê a legislação vigente.
As datas de pagamento seguem o número final do cartão de benefício, desconsiderando o dígito verificador. Para quem recebe até um salário mínimo, os depósitos da primeira parcela começam no dia 24 de abril, para finais 1, e seguem de forma escalonada até 8 de maio, para finais 0. Já os segurados com renda acima do piso nacional terão os valores creditados entre os dias 4 e 8 de maio.
A segunda parcela também seguirá calendário semelhante, com início em 25 de maio para beneficiários com final 1 e término em 8 de junho para final 0. Para aqueles que recebem acima de um salário mínimo, os pagamentos ocorrerão entre 1º e 8 de junho.
De acordo com o governo federal, a antecipação do 13º salário, tradicionalmente pago nos meses de agosto e novembro, busca estimular a economia local e garantir maior liquidez aos beneficiários. A medida será aplicada em todos os estados brasileiros e deve gerar impacto direto no comércio e nos serviços, especialmente em municípios de menor porte, onde os recursos previdenciários têm peso significativo na circulação de renda.


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